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5 DICAS ALIMENTARES PARA DIABÉTICOS

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A alimentação pode ser a melhor amiga ou maior inimiga de quem tem esta doença. Veja as dicas para fazer da cozinha a sua aliada:

1. Prefira frutas inteiras aos sucos: um copo de suco requer muitas frutas para ser feito e não contém fibras. Estes nutrientes são capazes de ajudar a tornar a absorção da glicose mais lenta.

PRÉ-DIABÉTICOS: SAIBA MAIS SOBRE ESSE GRUPO DE RISCO

Cada dia mais pessoas engrossam um número que não traz orgulho para sistema de saúde algum: a quantidade de indivíduos com diabetes no Brasil cresceu de 5,5% da população em 2006 para 6,9% em 2013. Esses são os dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde. É um mal que cresce com a idade – entre 18 e 24 anos, 0,8% é diabético, enquanto depois dos 60 esse número chega a 22,1%. Como a população está cada dia mais envelhecendo e engordando, não é de se estranhar que esse número aumente tanto. Mas uma quantidade significativa de pessoas não contabilizadas está em situação limítrofe, a chamada pré-diabetes.

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O que é ser pré-diabético

“Um indivíduo é diagnosticado pré-diabético quando tem glicemia de jejum entre 100 e 126 mg/dl”, explica a endocrinologista Mariana Narbot (SP). “Ou seja, são pessoas que têm uma quantidade de açúcar no sangue acima da considerada ideal, mas ainda não precisam tomar medicamento”, completa ela. Estamos falando aqui basicamente do diabetes do tipo 2 (o tipo 1 é uma doença autoimune em que as células do pâncreas são destruídas) que, apesar do componente genético, está muito mais relacionado aos maus hábitos.

PORTADORES DE DIABETES DEVEM TER CUIDADO REDOBRADO COM OS PÉS

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Algumas pessoas têm diminuição da sensibilidade dos pés ocasionada pela circulação sanguínea deficiente. É o caso dos portadores de diabetes, de hanseníase ou pessoas com problemas circulatórios. Devido ao problema, eles não percebem a dor ou o desconforto decorrente de pequenos ferimentos, que podem facilmente se transformar em feridas de difícil cicatrização (úlceras). Segundo o Ministério da Saúde, 5% dos indivíduos com diabetes são submetidos à amputação de um pé, e os pequenos ferimentos são as principais causas dessa cirurgia. "O alto nível de glicose no sangue pode causar lesões nos vasos, reduzindo a circulação sanguínea. Essa redução enfraquece a pele, causa ferimentos e dificulta a cicatrização", explica o secretário-geral da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, Marcelo Araújo. Para evitar o agravamento, o principal conselho é inspecionar os pés em busca de possíveis lesões. Quando não percebidas pelo indivíduo, pode-se usar o espelho ou pedir a ajuda de outra pessoa. Nunca manipularcalos e feridas, não caminhar descalço e manter a pele hidratada são dicas para evitar lesões.

Chances de desenvolver diabetes podem ser definidas já no útero

Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas diabéticas ou obesas têm chances muito maiores de desenvolver diabetes no futuro.

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Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual estas crianças correm riscos maiores de ter diabetes. Será que filhos de mães obesas – e que portanto se alimentam de maneira inadequada – serão mal alimentados, ficarão acima do peso recomendável e, por isto, desenvolverão diabetes tipo 2? Será que a obesidade e/ou diabetes da mãe são genéticos – e serão passados "de herança" para as crianças? Todas estas são hipóteses que os cientistas atualmente investigam. A equipe alemã, porém, tem uma idéia diferente...

Diabéticos usam tatuagens para identificação em caso de emergência

Matéria do Portal G1

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Emerson Bisan resolveu fazer tatuagem para identificar-se como diabético (Foto: Casa de Vídeo/Divulgação)

Médicos recomendam que todo diabético leve consigo algum acessório que identifique que ele tem a doença, medida que facilita o atendimento médico no caso de uma emergência. Pode ser um colar, uma pulseira ou um cartão que traga a inscrição "sou diabético", por exemplo. Mas alguns pacientes têm adotado uma forma mais radical de se identificarem: a tatuagem.

Uma campanha promovida pela associação ADJ Diabetes Brasil está divulgando a experiência de pacientes que aderiram à estratégia. É o caso do atleta e professor de educação física Emerson Bisan, de 40 anos. Diagnosticado com diabetes tipo 1 quando tinha 21 anos, ele fez uma tatuagem que o identifica como diabético há duas semanas.