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Chances de desenvolver diabetes podem ser definidas já no útero

Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas diabéticas ou obesas têm chances muito maiores de desenvolver diabetes no futuro.

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Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual estas crianças correm riscos maiores de ter diabetes. Será que filhos de mães obesas – e que portanto se alimentam de maneira inadequada – serão mal alimentados, ficarão acima do peso recomendável e, por isto, desenvolverão diabetes tipo 2? Será que a obesidade e/ou diabetes da mãe são genéticos – e serão passados "de herança" para as crianças? Todas estas são hipóteses que os cientistas atualmente investigam. A equipe alemã, porém, tem uma idéia diferente...

Diabéticos usam tatuagens para identificação em caso de emergência

Matéria do Portal G1

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Emerson Bisan resolveu fazer tatuagem para identificar-se como diabético (Foto: Casa de Vídeo/Divulgação)

Médicos recomendam que todo diabético leve consigo algum acessório que identifique que ele tem a doença, medida que facilita o atendimento médico no caso de uma emergência. Pode ser um colar, uma pulseira ou um cartão que traga a inscrição "sou diabético", por exemplo. Mas alguns pacientes têm adotado uma forma mais radical de se identificarem: a tatuagem.

Uma campanha promovida pela associação ADJ Diabetes Brasil está divulgando a experiência de pacientes que aderiram à estratégia. É o caso do atleta e professor de educação física Emerson Bisan, de 40 anos. Diagnosticado com diabetes tipo 1 quando tinha 21 anos, ele fez uma tatuagem que o identifica como diabético há duas semanas.

Explicamos os dados da nova Pesquisa Nacional de Saúde

Divulgados na última semana, os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em todo o país, mostram um panorama abrangente de como o diabetes é cuidado aqui no Brasil. Além disso, fornecem informações valiosas quanto aos principais gargalos no tratamento da doença.


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A pesquisa é referente a dados de 2013. Os resultados são baseados nas respostas dos moradores de 1.600 cidades de todos os estados do país. Cerca de 80 mil domicílios foram visitados pela equipe do IBGE. Apenas adultos (18 anos ou mais) responderam ao questionário.

QUANTAS PESSOAS TÊM DIABETES NO BRASIL?

O primeiro dado que mais chama a atenção é a incidência do diabetes. De acordo com a pesquisa, a doença afeta 6,2% da população adulta, o que corresponde a cerca de 12,5 milhões de pessoas. Destes, 5,4% são homens e 7% mulheres. A proporção é idêntica àquela prevista pela Sociedade Brasileira de Diabetes em 2012.

Diabetes tipos 1 e 2 têm causa em comum e podem ser curadas?

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Um trabalho de cientistas das Universidades de Manchester (Reino Unido) e Auckland (Nova Zelândia) sugerem que as duas formas principais de diabetes são o resultado do mesmo mecanismo.

As descobertas, publicadas na revista científica "FASEB Journal", da Federação de Biologia Experimental dos Estados Unidos, fornecem evidências convincentes de que a diabetes tipo 1, também conhecida como infanto-juvenil, e a diabetes tipo 2 são causadas pela formação de aglomerados tóxicos de um hormônio chamado amilina.

Novo gel promete cicatrização em 20 segundos

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Quem está com diabetes sabe: todo e qualquer cortinho necessita de atenção imediata. Isto porque, como é bem conhecido, o diabetes dificulta o processo natural de cicatrização. Com isto, os cortes, por menores que sejam, ficam abertos por mais tempo, o que aumenta os riscos de infecções e, em casos graves, pode levar ao sangramento excessivo.

Como fazer para que as feridas parem de sangrar mais rápido? Uma novidade vinda de uma pequena empresa nos EUA pode ser a solução. Trata-se do VetiGel, um gel feito de plantas que promete fechar qualquer corte, seja ele pequeno ou grande, superficial ou profundo, em no máximo 20 segundos.